Azurara em defesa da biodiversidade

Outubro 2, 2011 - Leave a Response

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU 2011


«Uma Europa eficiente em termos de recursos»

A Estratégia de Biodiversidade para 2020 inclui seis metas que se apoiam mutuamente e são
interdependentes e que respondem à finalidade do objectivo central para 2020. Estas
contribuirão para travar a perda de biodiversidade e a degradação dos serviços ecossistémicos,
procurando cada uma delas abordar uma questão específica:

Meta 1
Travar a deterioração do estado de todas as espécies e habitats abrangidos pela legislação
da UE em matéria de natureza e obter uma melhoria sensível e mensurável do seu estado, de
modo a que, até 2020, em relação às actuais avaliações: i) mais 100% de avaliações de
habitats e 50% de avaliações de espécies ao abrigo da Directiva Habitats mostrem uma
melhoria do estado de conservação; e ii) mais 50% de avaliações de espécies ao abrigo da
Directiva Aves mostrem um estado seguro ou melhorado.

Meta 2
Até 2020, os ecossistemas e seus serviços serão mantidos e valorizados mediante a criação de
infra-estruturas verdes e da recuperação de, pelo menos, 15% dos ecossistemas degradados.

Meta 3
A) Agricultura: Até 2020, maximizar as áreas agrícolas com prados, terras aráveis e culturas
permanentes abrangidas pelas medidas relativas à biodiversidade no âmbito da PAC, a fim
de garantir a conservação da biodiversidade e obter uma melhoria mensurável(*) no estado
de conservação das espécies e habitats que dependem da agricultura, ou são por esta
afectados, e na prestação de serviços ecossistémicos em comparação com o nível de
referência da UE de 2010, contribuindo assim para o reforço de uma gestão sustentável.
B) Florestas: Até 2020, garantir que estejam operacionais Planos de Gestão Florestal ou
instrumentos equivalentes, em consonância com a gestão sustentável das florestas (GSF)21,
aplicáveis a todas as florestas que sejam propriedade pública e a explorações florestais
superiores a uma determinada área(**) (a definir pelos Estados-Membros ou regiões e
comunicadas nos seus Programas de Desenvolvimento Rural) que beneficiem de
financiamento no âmbito da Política de Desenvolvimento Rural da UE, a fim de obter uma
melhoria mensurável(*) no estado de conservação das espécies e habitats.

Meta 4
Pescas: Atingir níveis de rendimento máximo sustentável (MSY)22 até 2015. Atingir uma
idade e distribuição da população indicativa de um bom estado das unidades populacionais
através da gestão das pescarias sem qualquer impacto adverso significativo noutras
populações, espécies e ecossistemas, em apoio à concretização do objectivo de um bom
estado ecológico até 2020, conforme estabelecido na Directiva-Quadro Estratégia Marinha.

Meta 5
Até 2020, as espécies exóticas invasoras e as suas vias de introdução serão identificadas e
classificadas por ordem de prioridade, as espécies prioritárias serão controladas ou
erradicadas e as vias de introdução geridas de forma a impedir a introdução e o
estabelecimento de novas dessas espécies.

Meta 6
Até 2020, a UE deve ter intensificado a sua contribuição no sentido de evitar a perda de
biodiversidade global.

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Ribeira da Granja no Jornal de Noticias (Poluição)

Setembro 18, 2011 - Leave a Response

O Jornal de Nótícias de sexta-feira, 16 de Setembro,2011 publica uma excelente reportagem sobre este crime ambiental, oportunamente denunciado pelo MLAzurara.

A visita recentemente efectuada pela Comissão Política do PSD de Vila do Conde às freguesias de Árvore e Azurara foi reservada para tratar de assuntos eminentemente ligados ao ambiente.

Começando em Azurara, a comitiva liderada por Miguel Paiva  e que integrou autarcas das freguesias de Azurara e Arvore, esteve no local onde desagua a Ribeira da Granja, tendo testemunhado o enorme grau de poluição que aquele curso de água transporta. Desaguando no Rio Ave, este é mais um contributo que Vila do Conde está a dar para a má qualidade das águas do nosso Rio Ave e, consequentemente, das praias de Azurara e Árvore, as quais não foram, obviamente e muito por questões destas, galardoadas com a bandeira azul.

Subindo o leito daquele curso de água a comitiva deslocou-se a Árvore, ao local onde está instalado o Ambicentro de Árvore, local que seria suposto fazer o tratamento dos efluentes gerados pelas centenas de armazéns da Zona Industrial da Varziela. Aí, foi com profunda preocupação que pudemos constatar a situação de completo abandono a que se encontram votadas as instalações do Ambicentro de Árvore e as gravíssimas consequências desta situação.

Assim, constatamos que aquele espaço não se encontra vedado a estranhos e que as instalações foram vandalizadas e incendiadas encontrando-se totalmente degradadas.
Para além disso, aquele espaço tem vários poços, espalhados pelo enorme terreno, que se encontram abertos e com água em volume suficiente para matar alguém que tenha o azar de lá caír.
Acresce ainda que o espaço em causa está dotado de um conjunto de tanques que seria suposto fazerem o tratamento dos resíduos produzidos pela Zona Industrial da Varziela, os quais estão desactivados há alguns anos e em contínuo e acelerado processo de degradação.
Todo este panorama “dantesco”, que pode, a qualquer momento, colocar em causa vidas humanas, é rematado pela existência de descargas permanentes na Ribeira da Varziela (o mesmo curso de água que em Azurara ganha o nome de Ribeira da Granja), que se situa a escasos 50 metros do Ambicentro, as quais são um enorme foco de poluição daquele pequeno mas martirizado curso de água. Isto prova-nos que os resíduos que deveriam ser tratados no Ambicentro estão a ser despejados directamente num curso de água deste concelho sem qualquer tratamento e, por isso, ao arrepio das normas ambientais.
Ao tomar conhecimento real deste estado de coisas, Miguel Paiva mostrava-se indignado e surpreendido, o que levou a que, logo na passada segunda-feira, tivesse escrito uma carta ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde, solicitando o seguinte:
1.- Que providencie no sentido de ser garantida a vedação do espaço do Ambicentro de Árvore e que todos os poços abertos sejam de imediato tapados, evitando-se assim que possa acontecer uma desgraça que roube vidas humanas;
2.- Que providencie no sentido de terminarem as descargas permanentes que estão a poluir a Ribeira da Varziela, encaminhado aqueles detritos para uma ETAR;
3.- Que esclareça qual o destino que a Câmara Municipal pensa dar ao Ambicentro de Árvore, pois trata-se de um espaço de grande dimensão e que pode ser muito útil ao concelho.

O PSD de Vila do Conde espera, com este alerta, dar um contributo válido e positivo no sentido de podermos, todos juntos, melhorar o ambiente do nosso concelho e, com isso, construirmos um futuro ecologicamente sustentado e que nos orgulhe a todos.

Plano Hidrografico 2015 ??? «Foz do Rio Ave » Azurara

Julho 30, 2010 - Uma resposta

 

Depois da construção desses infames edifícios ainda se cometeu o Verdadeiro Crime de destruir o ecossistema do pantanal enterrando-o por baixo de o que lá se pode ver.

Se todos puserem de lado tendência humana para ver o mundo apenas à luz do seu próprio conhecimento e reconhecerem a ignorância humana fundamental, talvez se tomem decisões mais inteligentes que promovam a NOSSA querida Terra.

Por vezes, evitar um decisão cujas consequências se arrastarão por décadas é tão simples como passar 15 minutos em frente ao computador.
wiki: importância do pantanal


MLAzurara

Fronteira de Azurara

Junho 6, 2009 - Leave a Response

cmvc

Muitas duvidas estão por esclarecer aos Azurarenses ???

Perante estas duvidas MlAzurara responde com um mapa cedido pela Junta de freguesia e Câmara Municipal de Vila do Conde no qual segundo eles os limites são demarcados pela linha verde ,e os pontos demarcados são:

1- Urbanização do Serra (Bronx)

2- Emissora Radio Difusão Portuguesa

3-Casa do Sr. Gavina

4-Casa do Sr. Sérgio

5-Parque de Campismo

Assim sendo percorremos as áreas descritas no mapa e deparamos com uma situação embaraçosa,

Ponto 1- Parte dos moradores da urbanização dizem viver em Árvore e outra parte diz viver em Azurara,

parece que fica ao critério do morador registar os seus bens em Árvore ou Azurara,

pois existem registos em ambas as freguesias . Mas no mapa cedido a urbanização é Azurara.

Ponto 2- Antigas instalações da Rádio difusão portuguesa e terrenos anexos , este espaço está dividido  pelas freguesias de   Árvore e Azurara sendo esta detentora de cerca de 80% do espaço.

Ponto 3-Casa do Sr.Gavina o próprio garante que é Azurarense  mas que por força das circunstancias vive em Árvore, embora a sinalização do mapa indica  Azurara.

Ponto 4-Casa do Sr. Sérgio o próprio garante que é Azurarense  mas vive uma situação igual a do camarada acima descrito é arvorense a força…

Ponto 5- O parque de campismo a fotografia fala por si…

Após verificação dos pontos acima descritos denotamos que algo de errado aconteceu e está a acontecer com a Junta de Freguesia de Azurara.

Que diz uma coisa ,mas a realidade é outra !!!

O sino da discordia…

Maio 22, 2009 - Leave a Response


1/11/2012 – A Junta de freguesia não conserva o património de Azurara ,e empurra as responsabilidades para outros.